quarta-feira, 28 de maio de 2008

ZATOICHI







Zatoichi
Zatoichi, personagem fictícia que representa um massagista cego com dotes de espadachim e que deambula pelo Japão às custas do dinheiro ganho em jogos de azar, foi personagem principal em variados filmes japoneses desde os anos 60 até aos anos 80. Espectadores japoneses certamente reconhecerão de imediato o nome Zatoichi, tanto como nós, ocidentais, reconhecemos o nome James Bond, dado a similar proporção de filmes de acção (26) onde o massagista samurai é personagem principal.
Shintaro Katsu foi escolhido para representar Zatoichi em todos estes 26 filmes e 4 temporadas televisivas, tendo mesmo a honra de ter sido realizador do último filme Zatoichi onde participa, em 1989. Ao longo de todos estes filmes, o nome Zatoichi interligou-se inevitavelmente com o perfil e silhueta fornecidos por Shintaro Katsu.
A saga de Zatoichi sofre uma pausa, após o último filme. Shintaro Katsu morre em 1997, e consigo morrem também muitas das esperanças da continuação desta saga. Em 2003, Takeshi Kitano recuperou a saga com a sua realização do filme chamado simplesmente Zatoichi. Takeshi Kitano já é conhecido entre nós, japonófilos, como protagonista de vários filmes e programas televisivos: Battle Royal, Jonnhy Mnemonic e o nostálgico para muitos de nós, Nunca Digas Banzai.
Neste filme, Takeshi ocupa-se da actuação da personagem principal, que procura liberar uma aldeia do domínio abusivo do gang de lorde Ginzo (Ittoku Kishibe). Paralelamente, um samurai "ronin" de nome Genosuke Hattori (Tadanobu Asano, actor que também protagoniza Kakihara no filme 'Ichi, the Killer'), procura trabalho para pagar os medicamentos da sua esposa doente e é contratado pelo lorde Ginzo como guarda-costas.
Os destinos dos dois samurais errantes convergem num clímax inevitável.


Neste filme podemos contar com algumas cenas cómicas, momentos harmoniosos (sem destoar a natureza violenta do filme) e efeitos especiais que, de acordo com o realizador, foram feitos de forma a propositadamente parecerem irreais ao espectador, para que elementos como sangue e o esquartejamento sejam antes retratados como mera arte e não como violência gratuita.
Também podemos encontrar um retrato do período Edo do Japão, onde lordes ditam leis em aldeias remotas conforme sua vontade; geishas dão os seus espectáculos privados aos abastados e tascas japonesas servem de pontos de encontro a várias personagens.
Apesar de ser uma recuperação de uma saga já antiga, Zatoichi de Takeshi Kitano consegue dar bom-nome ao franchise e reunir vários elementos comuns nos filmes do século anterior com a tecnologia contemporânea disponível em 2003, sendo a "cereja no topo do bolo", um toque muito pessoal na realização do filme pelo próprio Takeshi Kitano. Segundo as próprias palavras de Takeshi, este filme resultou numa das experiências mais artisticamente e criativamente gratificantes da sua carreira.
Os fãs de filmes de acção irão adorar, se não forem muito picuinhas nos efeitos especiais usados para retratar a violência. Se gostou de Kill Bill, as probabilidades de gostar deste filme são muito grandes.


L' ARC~EN~CIEL!






L'Arc~en~Ciel



A cidade de Osaka viu nascer no ano de 1991, uma das bandas mais populares do rock japonês. Hyde (vocalista), Hiro (guitarrista), Tetsu (baixista) e Pero (baterista) criaram os L'Arc~en~ciel que significa em português arco-íris.



No início o grupo apostava no estilo Visual Kei, uma forma de se vestir andrógeno e carregado em maquilhagem, bastante comum no Japão inspirado no movimento glam britânico e norte-americano. No ano seguinte à formação da banda, o guitarrista Hiro foi substituido por um amigo de Tetsu, Ken.



O músico abandonou a faculdade de arquitectura em Nagoya para se dedicar exclusivamente aos L’Arc~en~Ciel (ou como ficaram mais conhecidos no Japão, os Laruku). É com esta nova formação, que gravam a primeira música para uma compilação intitulada Gimmick, que ajudou a impulsionar o lançamento do primeiro single, Flood of Tears. Antes do final do ano de 1992, sofreram uma nova baixa : o baterista pero deixou o grupo depois do concerto no Osaka Music Hall. Era preciso encontrar um substituto, tetsu foi até a capital japonesa, Tóquio, e econtra Sakura.



O primeiro album da banda foi lançado em 1993: Dune, alcançou o primeiro lugar de artistas independentes da Oricon, algo como a Billboard japonesa. Decidem então ir para Tóquio à procura de fama, e rapidamente isso aconteceu quando a Sony lhe convida para assinarem pela major. Em 94 lançam o álbum Tierra. A grande surpresa para os Laruku foi o disco True, de 1996 e vendeu um milhão de cópias. Um álbum que inicia um novo rumo da banda depois de os registos anteriores terem sido elogiados.



Mais uma reformulação na banda depois do baterista Sakura ter sido preso por porte de droga em 1997. Sem um substituto, cancelaram o lançamento do single The Fourth Avenue Cafe e, por consequência, teve uma música desse trabalho retirada da trilha sonora do anime Samurai X. O novo baterista Yukihiro, veio de um grupo chamado Die in Cries e entrou nos Laruku gravando um disco ao vivo, Reincarnation 97, Live in Tokyo Dome. A banda foi reconquistando os fãs e fazendo novos álbuns, ganhando prêmios e sendo cada vez mais reconhecida mudialmente, com diversos concertos e tournée outros países da Ásia.



Nessa altura, editaram os álbuns gêmeos: Ark e Ray, lançados ao mesmo tempo, depois o Real. Chegava a altura de um descanso para recarregar baterias e escolherem novos caminhos. Durante esse período decidem trabalhar as suas carreiras a solos ou fazerem parte de outros projectos: Hyde (Hyde[ist]), Ken (Sons Of All Pusys), Tetsu (Tetsu69) e Yukihiro (Acid Android).



Três anos mais tarde para celebrar seu regresso, foram feitos 7 concertos em Shibuya (a zona de Tóquio mais "fashion" e artistica), e decidem anunciar um novo disco, o album SMILE. Este disco foi uma verdadeira aposta dos Laruku além fronteiras, músicas com um estilo mais ocidentalizado e algumas letras em inglês, acabam por ter efeito nos media e assim conquistar novos fãs. Muito desse sucesso deve-se ao tema "Ready Steady Go", que fez parte da abertura do animê Full Metal Alchemist. Ainda no mesmo ano fazem a SMILE TOUR por todo o Japão, e levam a tourneé para os Estados Unidos.



Em 2005, lançam o álbum AWAKE, inovando mais uma vez e seguindo um pouco da linha do seu antecessor. A tourneé percorre todo o páis do sol nascente e em alguns países da Ásia. Awake torna-se um dos albuns favoritos para os fãs da banda, devido à qualidade impecável de todos os temas. Um ano mais tarde (2006), a banda decide fazer uma pausa, dando prioridade aos projectos a solo dos vários membros dos Laruku.



Em Abril desse mesmo ano, lançam o DVD Asia live 2005. Para comemorar o décimo quinto aniverssário, organizaram o mini-evento: L'Arcafe, neste evento exibiram vídeos inéditos além da venda de produtos. Os membros organizaram um cardápio especial super criativo, os nomes das bebidas eram parte de alguns títulos de música (Feeling Fine, Dive to Blue, Ready Steady Go,...) e quatro pratos diferentes (hyde plate, ken plate, tetsu plate, yukihiro plate). Além do evento, a banda fez o re-lançamento de 15 singles: de Blurry eyes até Forbidden Lover, incluindo o single the fourth avenue cafe.



Em Novembro, a banda surpreendeu os fãs com um show em comemoração do aniverssário: L'Arc~en~Ciel 15th L'Anniversary no Tokyo Dome. Em Dezembro, os álbuns Ark e Ray foram relançados numa edição limitada (CD+DVD) de anverssário cujos DVDs contém o mesmo material exibido no L'Arcafe. No ano passado (2007), foram lançados mais produtos continuando a enorme e bem estruturada campanha de marketing.



Foi lançado o DVD CHRONICLE 0-ZERO-. e apareceram num dos programas de música com mais audiencia no Japão, o POP JAM.



O sucesso dos Laruku não para de crescer, muito do seu sucesso como foi referido anteriormente deveu-se aos vários temas que fizeram parte de alguns dos animes mais famosos quer no Japão quer no Ocidente como foram os casos de: "The Fourth Avenue Cafe" foi usada como canção de encerramento de Rurouni Kenshin; "Blurry Eyes" como a abertura de DNA²; "Niji" como a música tema do filme de Rurouni Kenshin: e "Driver's High" como primeira abertura de GTO (Great Teacher Onizuka) FULL METAL ALCHEMIST e outros.........



TOKUSATSU AMADOR NO BRASIL






Tokusatsu Amador no Brasil

O tokusatsu, por ser uma produção do estilo live-action (produção onde os personagens são representados por actores), espalhou-se pelo mundo especialmente influenciado pelos seus efeitos especiais comparáveis apenas às produções "hollywoodianas", pelos personagens carismáticos e envolventes e figurinos que enchem os olhos.

O sucesso que fez em certos países do mundo (o próprio Japão, França, Brasil, Tailândia) permaneceu na memória dos fãs de uma forma tão contundente que até os fãs mais fervorosos, não se contentando apenas em apreciar as produções oficiais japonesas, resolveram criar seus próprios heróis e se colocarem em aventuras fantasiosas e espetaculares.

Esse amor pelas séries japonesas refletiu-se na forma variada em que vários países, onde, não importando-se com o nível das produções, prestam e criam sempre uma homenagem a essas produções, que tanto sensibilizaram o mundo.

O tokusatsu amador existe em vários países do mundo, sendo o Japão o país com maior número de produções desse tipo, todas com um elevado nível técnico e de produção. Os japoneses, por viverem na terra do tokusatsu, possuem uma certa facilidade em adquirir materiais para a criação de uniformes, vestimentas e maquetes, sem falar do alto poder aquisitivo que o japonês em geral possui.

Os outros países do mundo podem não possuir os mesmos recursos, mas a vontade de fazer está impressa em seus maiores empreendedores. No Brasil, por ser um país não tão rico, o tokusatsu amador é feito com recursos limitadíssimos, o que gera enormes dificuldades, como diz Bruno Seidel, criador dos Blastrangers (www.blastrangers.kit.net): "Para produzir uma série no estilo Tokusatsu, mesmo nos padrões amadores, requer alguns cuidados que acabam nos submetendo a enfrentar certas dificuldades como a falta de tempo para gravar, por exemplo. Talvez o principal deles seja realmente a dificuldade em editar, uma vez que utilizamos recursos amadores e a edição precisa ser algo feito com bastante cuidado, ou seja, é a parte que mais exige o profissionalismo.

Quanto ao elenco, é natural que volta e meia alguém se desmotive ou passe a encarar o projeto como algo diferente daquilo que você vê, mas isso é absolutamente normal e algo q a gente aprende a administrar com o tempo. Sobre a falta de recursos, bem, esse é o principal problema das produções amadoras em geral. Mas não podemos baixar a cabeça quanto a isso, nossa criatividade serve pra solucionar esse tipo de problema e é graças a ela que podemos fazer algo tão ou até melhor do que obras com grandes verbas!".

Outro dos importantes nomes do tokusatsu amador no Brasil, é Ronaldo Villa-Verde, criador do personagem Defender (www.defendermetalhero.kit.net), já entrevistado por este site, diz mais alguma coisa: "Além da falta de elenco, é muito dificil encontrar gente que tope participar de um filme com gente fantasiada de "robozinhos" e monstros".

Este amor e "fandom" que permeia o tokusatsu amador também permite aos seus criadores conseguirem apoios. A Internet nesse aspecto torna-se fundamental para a divulgação desses projectos e para a comunicação entre eles. O Defender possui divulgação em sites de outras produções ao redor do mundo, através do intercâmbio de banners, e de apoio direto de usuários da Internet.

Os Blastrangers recentemente se associaram a uma Universidade na produção de videos, mas incompatibilidades de propostas não permitiram a continuidade da parceria. O apoio moral também é lembrado por Ronaldo: "Apoio moral é muito bom quando você está puto (chateado) e vem alguém e diz que teu trabalho tá legal, aí você tenta se inspirar pra continuar". Mas algumas das produções amadoras são bastante conhecidas além e têm uma maior visibilidade.

A França, à algum tempo atrás, chamou atenção dos fãs de tokusatsu de todo o mundo apresentando uma produção amadora de nome Jushi Sentai France Five (http://www.francefive.com), que produz material desde 2000 e teve grande evolução durante esse tempo, tanto que o cantor japonês Akira Kushida, um dos maiores cantores de temas de tokusatsu, cantou uma versão da música-tema. Os "France Five" apesar de tudo não é o único toku amador francês.

Existe uma grande variedade de projetos, cujos temas variam de paródia pura aos seriados japoneses ou mesmo histórias mais sérias, mas aí não importa, contanto que atinja seus objetivos, como demonstrado pelo brasileiro Bruno Seidel com os Blastrangers: "Cara, o objetivo dos Blast, sempre foi (desde q a série foi criada em 1993) e sempre será mostrar para as pessoas a força dos toku-fãs do Brasil. Mostrar que aqui existem pessoas dispostas a dar seu sangue para terem essas séries de volta à TV. Eu quero mostrar aos brasileiros o meu exemplo como um dos toku-fãs que dedica sua vida pelo Tokusatsu, que está disposto a tudo para termos essas séries de volta na televisão.

Os Blast são apenas uma maneira de chamar a atenção e expressar esse amor pelo Tokusatsu original! E é isso que eu busco! Não tenho nenhum plano para o futuro, como o objetivo é unicamente esse, só posso te dizer que a única coisa que quero daqui para a frente é ver toku de verdade na tv!" Bom, se terá sucesso ou não, o importante é que essas produções trazem um ar revigorante ao tokusatsu de maneira geral, principalmente numa época onde o tokusatsu não está tão em evidência.

KAMEN RIDER AMAZON!




Kamen Rider Amazon ou Amazon Rider como muitos o chamam foi o primeiro de todos os kamen riders a quebrar o padrão do básico´´ gafanhoto ciborgue``, foi também o primeiro rider mutante assim como Black, J, ZO e Shin. Kamen Rider Amazon não possuía armas e nem golpes especiais, se virava apenas com o punho, ou melhor, as garras e os dentes. Foi exibida entre 19 de outubro de 1974 até 29 de março de 1975, teve 24 episódios. Sem esquecer tambem que foi uma das séries tokusatsu mais violentas que existiu.


SIPNOSE: Um avião cai na floresta amazônia e o único sobrevivente era um recém nascido, para sorte do bebe ele foi encontrado por uma espécie de xamã que o adotou e o cuidou como fosse seu filho. Anos mais tarde quando a criança já havia se tornado adulto o velho xamã em um ritual de magia deu-lhe poderes para se transformar em uma selvagem e sanguinária forma de homem réptil, ou seja, Kamen Rider Amazon. Acontece que no interior da floresta amazônica havia surgido uma entidade demoníaca conhecida como GEDDON, um exercito criaturas malignas em forma de animais lideradas pelo sinistro Gorgos, o demônio de dez faces. Amazon possuía um bracelete mágico que lhe dava os super poderes, Gorgos tinha a outra metade desse bracelete especial e queria de todas as formas a metade que o herói quardava consigo, pois com as duas metades dos braceletes juntas o seu portador ganharia poderes extraordinários se seria tornaria invencível.

Gorgos perseguia Amazon por toda a floresta e já cansado de tanta correria o herói decide fugir para um lugar distante, o lugar escolhido foi o Japão e para lá ele vai como viajante clandestino de um navio de luxo. Mas quando finalmente chega ao Japão tem uma triste surpresa, Gordos também se havia mudado para lá e assim não tendo outra escolha decide enfrentar o Império Geddon que também pretendia dominar o mundo com a destruição dos humanos a ascensão de suas criaturas!!


O HERÓI: Amazon, era esse o termo que ele usava para se referir a si mesmo, mais tarde seus amigos lhe deram o nome de Daisuke Yamamoto que era mais adequado para um cidade grande. No inicio Amazon era como um peixe fora da água, andava quase nu pela cidade trajando apenas com um tanguinha e sandálias feitas de couro e cipó, era meio desconfiado da tecnologia e ficava ressabiado quando via uma tv ou radio ligado, o herói também não entendia nada de japonês e por isso se comunicava com gestos, grunhidos e caretas. Mas conforme o tempo passava ele aprendeu a viver no mundo novo, começou a falar japonês corretamente, dirigir moto, e até ganhou uma roupa nova feita com trapos velhos e rústicos, mas que cobria melhor seu corpo.Quantos as lutas no inicio Amazon se comportava como um verdadeiro animal, em vez de socos e pontapés ele se defendia com arranhões, mordidas e coices. Amazon durante as lutas tinha a mania de guinchar, não dizia absolutamente nenhuma palavra, era realmente como um animal, muitos gritos e berros.

Quanto mais nervoso ficava mais agudos e forte eram os guinchos de Amazon. Mas conforme a sua evolução o estilo de lutar mudou, e isso foi interessante de presenciar na serie, ele começou a deixar as mordidas e unhadas de lado e aprendeu a lutar que nem um artista marcial, usando golpes menos animalesco, até desenvolve um ataque especial, o DAI SETSUDAN, ou Grande Fatia em português, era um fortíssima braçada que detonava o inimigo mutilando-o. Amazon até desenvolveu um ´´rider kick``, só que quando ele usou esse golpe unicamente no episodio 22 ele gritou Amazon Kick.



EQUIPAMENTOS : Além da moto o único equipamento de Amazon era um espécie de corda-chicote que ele retirava de seu cinto, a usava para escalar lugares altos e chicotear e imobilizar inimigos, havia uma adaga escondida no cabo do chicote, Amazon a usou poucas veses. A moto de Amazon era bem bizarra, lembrava um lagarto vermelho, cehgava a 300 km por hora e tinha o nome de Jungler.



PERSONAGENS: A serie não havia um grande numero de personagens civis, além de Amazon o mais atuante era um pirralho chato chamado Masahiko que encontrou o herói logo após ele sair do navio, foi o garoto que ensinou Amazon a falar japonês e os costumes do mundo civilizado.Masahiko tinha uma irmã ou tia, o nome dela eu não lembro agora, mas estava sempre atrás do garoto e tinha uma certa simpatia com o herói, ela e o jovem Masahiko sempre se intrometiam nos conflitos e brigas do herói, muitas vezes Amazon teve de salvá-los como também eles ajudaram o herói da maneira que podiam, teve até uma vez que Amazon botou Masahiko pra vigiar uma das soldadinhas da Geddon que ele havia capturado. Havia também o velho Tobei que construiu a moto de Amazon, não sei necessariamente o que Tobei era na serie, parecia ser um cientista misturado com engenheiro mecânico. Os outros civis das series eram apenas momentâneos, apareciam em um ou dois episódios e depois sumiam, e como assisti a serie em raw não pude fazer uma abrangência muito rica, apenas as informações básicas.


VILÕES: Existem dois impérios do mau na serie, o primeiro foi Geddon, que surgiu misteriosamente na floresta Amazônica, era liderado pelo medonho Gorgos, o demonio de dez faces. Os monstros era chamados BEASTMAN e todos eram baseados em animais, em vez de soldados Geddon tinha um exercito de amazonas, todas trajando um uniforme vernelho. O objetivo de Geddon além de dominar o mundo era conseguir a metade do bracelete mágico que estava com Amazon.

Depois da destruição de Geddon apareceu o Garanda Empire com o Imperor Zero na liderança, o vilão havia se apoderado do bracelete do falecido Gorgos e por isso também perseguia Amazon para conseguir a outra metade. Os monstros desse império também eram chamados de Beastman eram baseados em animais, os soldados eram do sexo masculino.No final Amazon descobre que o Emperor Zero era apenas um sósia do verdadeiro que aparece só no finalzinho do último episódio. Amazon que havia conseguido juntar as duas partes do bracelete estava mais forte do que nunca e por isso destrói o verdadeiro Emperor Zero facilmente.Não sei dizer qual dos dois grupos foi mais trabalhoso para Amazon, ambos usavam os mesmo tipos de artimanhas como também possuíam o mesmo nível de força. O Garanda Enpire tinha planos e objetivos mais convincente, mas os Geddon pareciam ser bem mais fortes, Gorros foi muito mais difícil de derrotar que o Emperor Zero.


TRILHA SONORA: Dos riders antigos considero que seja a melhor, tem umas musicas chatas com aquele irritante som de crianças cantando em coro típico das séries antigas, mas em geral as músicas são ótimas e cheia de ritmo, vale apena ter trilha sonora da série!



MINHA OPINIÃO: Não nego dizer que Amazon não foi uma das mais marcantes série riders, possui muito poucos episódios que deixou o roteiro muito corrido e cheio de furos. Mas a idéia central de criar um guerreiro selvagem e animalesco foi ótima, o visual de Amazon apesar de muitos dizerem ser tosco considero como o melhor dos riders antigos, os detalhes da barbatana, as luvas com unhas, o capacete com dentes como também a forma dele lutar e derrotar os inimigos nunca foram vista antes numa série tokusatsu. Mas como eu disse antes, uma idéia que não foi muito bem aproveitada.

Outro fato tambem é que os vilões não convencem muito, isso é básico das series da década de 70, vilões sem origem e com objetivos muito mal elaborados. O próprio jeitão maníaco do Amazon já era o próprio forte de sua série. Essa é uma das série que creio que mereciam um remake já que apesar de não ter sido lá aquele grande sucesso tinhas características próprias que eram muito marcantes! Kamen Rider Amazon está entre meus riders favoritos assim como Black, Kabuto e Blade! Eu creio que vale a pena conferir essa serie para aqueles que gostam de seriados antigos, mais pelas perpecias do Amazon que considero únicas no mundo dos Tokus.



CRÉDITOS: Yamamoto, Daisuke (Amazon) - Okazaki, Toru Kamen Rider Amazon - Nakayashiki, Tetsuya & Nakamura, Bunya Kamen Rider Amazon (duble da motocicleta) - Kumasawa, Tushiaki Tachibana, Tobei - Kobayashi, Akiji Omamura, Masahiko - Yoji Matsuda Mogura Jùjin - Ozawa Shôji & Ishizuka Nobuyuki Voice of Mogura Jùjin (episódios 5 & 6) - Ryuji Enju Voice of Mogura Jùjin (episódios 7-20) - Keiken Mine Gorgos, the Ten-Faced Demon (episódios 1-14) - Ozawa, Shôji; Ishizuka, Nobuyuki, Yamada, Shigeru & Nakamura, Bunya Emperor Zero (episódios 15-24) - Nakata, Hirohisa Narrator - Naya, Gorô!




RESUMO DOS EPISÓDIOS DE FIVE FRANCE!






Episódio 01:

Antes de mais nada, ao começar assistir cada episódio, nos colocamos diante de uma das mais ridículas apresentações de produtoras já visto: O ator que interpreta o Red com um nariz de porco grunhindo. A Trilha sonora de Abertura (como já era de se esperar) foi montada a partir de “Choudenshi Bioman” de Takayuki Miyauchi. Esse primeiro episódio é muito ruim: O Roteirista montou um episódio para um sentai, até aí tudo bem, mas o problema é que não são Japoneses.

Então eles tentam imitar os “trejeitos” que somente os niporongos conseguem fazer naturalmente. Exemplos: Expressões Faciais, cutucões, Etc...Os inimigos parecem uma seita satânica em um fundo de garagem iluminada por um lampião velho e rodeados de gelo seco... (um toku que se preze tem que ter gelo seco). Sem contar que o “visual” dos inimigos é feio de doer de tão mal feito que é, até o Play Center faz melhor... Se nessa turma tem uma exceção (na verdade são duas), essa exceção é a Extasy e o Monstro do dia (esse último nem tanto). O mestre do Mal parece uma Cruza de Bruxa Morgana do Castelo Rá-tim-bum com uma Cantora de Ópera.

Bom, eles ainda não conseguem atuar muito bem, dão umas “viradas” repentinas, tipo: do nada, o modo da comunicação do Apartamento deles com o Professor, é um “Laptop” do final dos Anos 80 (da prá chamar aquilo de Laptop?). Ah tem o “ouí” que eles falam sempre após o Red pronunciar algo... O professor parece que passa todo dia em um “luau” antes ir trabalhar, porque só veste camisas estampadas por Baixo do Jaleco e esta Primeira versão da Margarine, que deveria ser um andróide, não é nada mais que uma mina coberta de recicláveis, eu sinceramente acho que deveriam destinar uma parte da verba do projeto para “instalar” uma prótese corretiva dentaria nela.

Os “Soldadinhos” do mal até que não ficaram tão ruins, eles falam “pulum- pulum” a todo instante. Tem um (d) efeito especial da hora que o monstro utiliza para abduzir a minazinha. Logo após aparece um cara com um uniforme no mínimo capenga (protótipo do Silver), pagando uma de “salvador da Pátria” e dá um couro na turma.

Logo, depois eles se transformam (e mostram o quão ruim está à coisa), logo aparece um uniforme estranhíssimo (o que nos lembra que é uma serie alternativa) dão uma surra na turma do mal, com armas que faz os monstros morram (só se for de dar risada) e chamam o France – robô que é uma Caixa de Sapatos com pernas; como em Bioman, o Robô é formado com apenas dois “veículos” (se é que podemos chamar assim...).

Outra coisa, que tenho que frizar é o físico: Japoneses são umas “tabuas”, Americanos só têm Braços e peitoral e os europeus na sua maioria (pelo menos os cinco francos) pança e bunda grande.Finalizando com o que eu achei o melhor deste episódio: o Tema de encerramento.

Episódio 02:

É um episódio mo mínimo interessante: Aqui há uma “evolução” no Visual da equipe e a historia é muito menos ruim, situação esta que diminui a cada episódio, além de que há uma troca (e um up-grade) da Extasy, a partir daqui é Interpretada pela Atriz Aurélie Maurice, que é a “suit-actress” do Yellow Baguette no 1º Episódio.

O Quartel do Mal parece que é dento de um “vácuo” e as fantasias tiveram uma melhora significativa. A série em si mostrou neste episódio o porquê veio. O que tinha de errado no episódio 01 aqui foi corrigido e melhorado aquelas armas ridículas nem em sonho existem mais.


Entretanto o Robô...Episodio 03: Em termos de produção mudou muito pouco em relação ao anterior, entretanto, sempre se tem algo a dizer. Exemplo: o Black Caminhando e se transformando sem a pose, sabe aqui também se vê aquele “mortal” que todos os sentais dão que se é filmado por Baixo.

As Armas Estão Muito Originais: Red. – Espada (Esse não ta não. Bom Afinal a Grande Maioria dos Sentais o Red Tem Uma Espada). Com Ela o Red. Dá um Ataque EspecialBlack – Duas facas medias de Corte único (tem uns desenhos muito loucos nelas). O Ataque Especial não poderia ser melhor: Ele Abre uma garrafa de Vinho e embebeda o monstro, que por sua vez enxerga dois blacks, que ataca duplamente.Blue – Uma espada Media de “dois gumes” – Estilo a ‘Blade Slice’ do Spielvan – o Blue vira uma bola de energia (azul, é claro) que para, para dar o ataque.Yellow – Um Bastão, que parece um Dardo Olimpico, da umas pancadas, nada mais.Pink – Inteligente, talvez a única que tenha a ver com a integrante: Pegaram um Esquadro (pra quem não sabe esquadro é uma régua em formato de triangulo, e na Construção pode ser usada para medir “quinas” de paredes) de Costura, colocaram um cabo e transformaram em uma “espada”. Muito Legal.

O Ataque Mortal (Na minha opinião) foi a copia mais bem aproveitada que eu já vi. Sinceramente se os Power Rangers tivessem um roteiro tão bem aproveitado, de repente não teria sido alvo de tanto ódio. Quanto ao Ataque os 05 ficam um ao lado do outro e dois deles se agacham, todos eles fazem círculos com os braços, com isso entra um efeito dos Aros olímpicos.

Aí eles batem e rebatem até o Red dar uma “Bicicleta” na bola de energia, que acerta o monstro. Cópia dos primeiros sentais.

Interessante!Episódio 04:

Esse Episódio é muito louco, pra começar o Akira Kushida Compôs e Canta o Tema de Abertura (Tá..... Se a gente comparar a canção mais fraca que já cantou para a Toei ainda é melhor que esta). A partir daqui a série passa a se chamar Shin Kenjushi France Five – Novos Mosqueteiros France Five. Os Uniformes estão em Nylon muito mais brilhantes e o Traje do Silver Esta em prata e dourado com símbolos em alusão a Equipe. Esse episódio começa com uma luta muito empolgante. É Sem sombra de dúvida o penúltimo Capítulo, pois isso fica visível com o decorrer do episódio, este que tenta contar a Historia do Red e do Silver (que já eram amigos) e o projeto France Five. Aparece também o “Zakaral” um inimigo mais forte que dá um trabalho para a equipe. Neste episódio a Pink tem um grande destaque junto com o silver e o red, chegando a trocar muitas vezes de trajes, imitando os sentais.

E sem Contar o Visual da França como Cenário. Se descobre que “Sofie” Filha do Professor e namorada do Red é raptada. E nos mostra um ataque duplo da Pink com o Silver que é uma dança.

Conclusão: Como já disse essa é uma série de altos e baixos. O último episódio foi lançado em 2004 e ainda não se tem previsão de quando chegará a um desfecho. A mudança do título foi algo que me deixou curioso, tenho a opinião (Essa opinião é minha) de que a Toei “solicitou” que se retirasse o “sentai” do título, talvez, por fazer parte do maior ganha-pão da empresa e ao ver que o negócio fluía... (até contrataram o Akira Kushida!!!), e isso pode ter sido o “balde de água fria” que desanimou o prosseguimento deste projeto que cada vez ficou melhor. Ou estão juntando uma verba para Montar um Canhão decente e um robô de computação gráfica e assim aumentar o nível!

terça-feira, 27 de maio de 2008

FRANCE FIVE!





O “France Five” é uma micro série que atualmente conta com somente quatro episódios cheios (eu disse cheios?), completamente marcada por altos e baixos.

Para prosseguir, é melhor que eu faça as apresentações, antes de vos levar a uma analise (sob minha ótica, é claro, sujeita a muitas alterações):Nome: Jushi Sentai France Five (Esquadrão dos Mosqueteiros France Five, posteriormente Shin Kenjushi France Five.

Integrantes (Antes devo dizer que junto da ”cor em inglês” sempre vai algo que “exalte”, o que na opinião da “produção”, a França tem de melhor):Red Fromage – (Nome Civil: Antoine Déchaume) – Fromage é um queijo tipicamente francês como inumeráveis queijos que lá existem.

Quanto ao Antoine é como um tradicional Líder de Sentai: Serio e aconselhador somente sorri quando a tarefa já está cumprida.Black Beaujolais – (Nome Civil: Thierry Durand) – Beaujolais é um tipo de vinho francês elaborado com a uva tinta Gamay. Esse Black me lembra o Change Griffon, mas, ele é muito “marrudo” e isso dá pra ver na cara (E nos faz também pensar o que esse cara ta fazendo neste tipo de produção?), ele pelo jeito luta (e muito) Tae-kwon-do.Blue Accordéon - (Nome Civil: Albert Dumas) – “Accordéon” por fazer alusão a musica tradicional francesa. Esse é o “blue” mais bocó que se tem noticia, eu sinceramente não consigo lembrar outro.

Se compararmos aos equivalentes azuis (dos sentais japoneses que passaram aqui) o que de longe se assemelha é o Go (Flashman, minha opinião).Yellow Baguette - (Nome Civil: Jean Pétri) – Bom, Baguete... ahn, o que se compra todo dia na padaria para se tomar o Café da manhã? Não precisa nem dizer, não é? Sinceramente esse “yellow” acha que é pegador... a bem da verdade achei uma idéia interessante, pois quando o “yellow” é homem nos sentais, fazem com que seja meio parado. (exemplos Goranger, Denjiman, Goggle Five).Pink à La Mode - (Nome Civil: Catherine Fontaine) – Para Completar Com uma Francesa muito Bonita que compra muito.

No começo achei meio bobo esse “vínculo” que deram a ela, mas, com o passar dos (poucos) episódios, isso foi sendo desenvolvido e transformado em uma boa idéia. Se eu tiver que comparar com alguma “Pink” sem duvida irei comparar com a “Pink-five” do Bioman, alias, diga-se de passagem, o France-Five é uma Homenagem deles que são fãs ao sentai de 84 e que foi lá na França como o Changeman aqui no Brasil.

Mas ela no episódio 04 é substituída, a personagem é a mesma, mas a atriz que a substitui é extremamente diferente da anterior, inclusive na atuação e personalidade que me lembra justamente à primeira “yellow-four” do Bioman, mais ativa.Silver Mousquetaire - (Nome Civil: Aramis Léclaire) – Sim o France Five também tem um sexto integrante. Esse seria interessante que passasse pela apreciação de vocês. Na irei fazer o comentário.PrólogoGlou Man Chou, “chefe” do Império Lexus deseja conquistar o Planeta Terra.

Enquanto isso, a Torre Eiffel gera uma barreira em torno da terra que impede que o Império envie seu exercito em massa. Glou Man Chou envia Guerreiros e monstros para a Terra para que destruam a Torre e assim permita uma invasão em larga escala.

Mais ele é sempre impedido por France Five!

Elenco:Os Heróis* Antoine Deschaumes/Red Fromage, interpretado por Sébastien Ruchet* Thierry Durand/Black Beaujolais, interpretado por Grégory Goldberg* Albert Dumas/Blue Accordéon, interpretado por Daniel Andreyev* Jean Pétri/Yellow Baguette, interpretado por Thomas Blumberg* Catherine Fontaine/Pink à la Mode,interpretado por Wendy Roeltgen, posteriormente por, Nolwenn Daste.

Aliados* Aramis Leclair/Silver Mousquetaire (1-4), interpretado por Grégoire Hellot* Professor Aristide Brugonde, interpretado por Tibor Clerdouet* Margarine, interpretado por Emilie Thore, posteriormente por, Clémence Perrot.

O Império Lexos* Glou Man Chou, interpretado por David Guélou* Extasy (1-4), interpretado por Nadège Bessaguet, posteriormente por, Aurélie Maurice.* Warduke, interpretado por Jean-Marc Imbert* Cancrelax, interpretado por Olivier Fallaix* Zakaral (4-5), interpretado por Patrick Giordano. Monstros* Hypnostreum (1)* Discostreum (2)* Toxicostreum (3)* Pyrostreum (4)Mechas* Jet Charlemagne : Fortaleza Voadora (???), carrega o “Falcon D'Artagnan” e o “Joan Of Arc Mont”.* “Falcon D'Artagnan” e “Joan Of Arc Mount”: Veiculos que se combiam para formar o France Robô.* “Machine Chanteclerc”: Silver Mousquetaire Mecha em forma de Galo de Metal.

GAMERA: GUARDIAN OF THE UNIVERSE!






Gamera: Guardian of the Universe

Durante um transporte de plutónio altamente radioativo o exército japonês detecta um acontecimento, no mínimo, estranho. Um atol move-se em direcção à frota naval nipónica em pleno Oceano Pacífico. Imediatamente foi dado o alerta para esta situação "anti-natura" e foram chamados dois especialistas, o primeiro-oficial Yoshinari Tonemori (Tsuyoshi Ihara) e o Dr. Naoya Kusinagi (Akira Onodera) para estudar o facto.

Ao mesmo tempo os habitantes da ilha de Himegami são alarmados por uma chamada telefónica do professor Hirata, um estudioso e ornitologista da ilha. Seguindo as pistas deixadas pelos 17 nativos desaparecidos, a Dra. Mayumi Nagamine (Shinobu Nakayama) e o Inspector Osako (Yukijiro Hotaru) descobrem os primeiros vestigios de um passáro-réptil pré-histórico a que chamam de Gyaos. No atol, uma equipa de militares encontra dois colares de pedra e uma outra com inscrições proféticas.

Um dos pendentes é oferecido à jovem Asagi Kusanagi, interpretada por Ayako Fujitani. à medida em que o filme avança, o pendente vai-se tornando vital para a relação entre Asagi e a tartaruga gigante. Quando a enorme tartaruga encontra Gyaos é chegado a hora da luta, onde todos ficam à espera para ver o combate e o resultado final.

Mas será Gamera um aliado dos humanos ou um inimigo? Com o exército mobilizado para parar ambos os monstros quem avançará para salvar a humanidade? Até aqui podemos achar que o argumento é igual a tantos outros kaiju (filmes com monstros), mas as semelhanças acabam mesmo aqui.

O excelente "script" escrito por Kazunori Ito e a direcção artistica de Shuske Kaneko fazem deste "Gamera - Guardian of the Universe" (1995) um dos melhores filmes de Kaiju dirigidos pelos estúdios Toho. Apesar de algumas cenas inspiradas em "Ghidarah The Three Headed Monster", "Jurassic Park", e "Godzilla vs. Mothra".

O guião escrito por Ito dá-nos um contexto ambiental e histórico de como apareceram estas criaturas que foram Criadas por uma civilização antiga. Embora Gamera proteja os seres humanos neste filme, o seu principal objectivo é a protecção da Terra.

Nesta luta de gigantes a humanidade quase que tem um papel secundário, apesar de terem alguma habilidade para interagir com os monstros. : Também os efeitos especiais criados por Shinji Higuchi são brilhantes. Ele consegue fazer com que Gamera tenha um olhar realístico e "humano". A escolha de Gyaos para ser o adversário de Gamera foi pelas suas anteriores aparições em outros filmes da tartaruga gigante. Infelizmente, Gyaos não teve o mesmo tratamento que Gamera e facilmente verificamos que a a ave pré-histórica não passa de uma mero fantoche. mesmo assim a animação deste monstro está com uma qualidade brutal e não é razão para afastar o espectador.

No elenco escolhido para este filme temos uma curiosidade, a jovem Ayako Fujitani que aqui interpreta o papel de Asagi Kusanagi e que também participou como actriz nas sequelas da tartaruga gigante, Gamera 2: Region shurai (1996) e Gamera 3: Iris kakusei (1999) é filha do actor Steven Seagal. Fujitani também é autora de um romance intitulado "Shiki-Jitsu" que teve direito a um filme realizado por Hideaki Anno (Neon Genesis Evangelion).

Com uma sonoridade bastante militarista, a banda sonora muito ao estilo dos filmes de Hollywood é eficaz e cumpre a sua função perfeitamente.

Estamos perante mais um filme clássico de Kaiju (filmes de monstros) por isso a recomenda-se este título para todos os fãs dos monstros japoneses ou mesmo para quem quer começar a dar os primeiros passos neste tipo de cinema.

Esperamos então que as palavras da jovem Asagi " (...) Ele voltará. Gamera vai voltar! (...)" se tornem realidade.