terça-feira, 9 de dezembro de 2008

KYUKENDO PREVISTO PARA O DIA 16!


POIS É..O SONHO TORNA-SE VERDADE! DE ACORDO COM O DIRETOR DA PROGRAMAÇÃO DA REDE TV, RYUKENDO ESTRÉIA DIA 16 DE DEZEMBRO, ÀS 8:30 HS! E VEM ACOMPANHADO POR POKEMON..........E TALVEZ, TENHA A SUA REPRISE À TARDE! VAMOS TORCER! TODOS ASSISTINDO RYUKENDO!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

PRIMEIRO SENTAI:ESQUADRÃO SECRETO GORANGER!






Data de estréia: 05/04/1975.


Horário de exibição: Sábado, das 19:30 às 20:00.


Canal: NETEpisódios: 84 (+ 5 filme para cinema).
Elenco:
Tsuyoshi Kaijuu (Akaranger): Makoto NaoyaAkira Shinmei (Aoranger): Hiroshi MiyauchiDaita Ooiwa (Kiranger): Baku HatakayamaDaigorou Kumano (Kiranger): Jirou DarumaPeggy Matsuyama (Momoranger): Risa KomakiKenji Asuka (Midoranger): Yukio Itou
Comandante Eidogawa Gonpachi: Toshio TakaharaTarou Katou: Hiroyuki OnumaYouko Katou (007): Eri KanumaTomoko Hayashi (008): Emi ShirakawaHaruko Nakamura (009): Miki Honda.


Kurojuuji Soutou (General Cruz-Negra): Teruzou Andou (ep.1~55), Nobuo Yana (ep.56~84).




Staff:
Produção: Toei Company, NETC.


riação: Shotaro Ishinomori.


Roteiristas: Shozo Uehara, Susumu Takahisa, Hikaru Arai, Hirohisa Soda, Keisuke Fujikawa, Kimio Hirayama.


Supervisores: Kouichi Takemoto, Minoru Yamada, Katsuhiko Taguchi, Hidetoshi Kitamura, Michio Konishi.


Efeitos especiais: Akira Suzuki, Nobuo Yashima.


Ação: Kazutoshi Takahashi, Rikiya Ikeda, Masaru Okada, Junji Yamaoka.


Dublês: Japan Action Club.


Música: Chuumei Watanabe.


Introdução:
A organização militar internacional EAGLE foi criada para combater o Exército da Cruz Negra (Kurojuujigun), uma organização criminosa que visa corromper a raça humana, no intúito de dominar o planeta. Quando as cinco bases da EAGLE no Japão sofrem um ataque devastador, cinco sobreviventes (um de cada base) são reunídos em um quartel secreto da EAGLE, e ao vestirem as roupas especiais Goranger Suit, se tornam o Esquadrão Secreto Goranger.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

É OFICIAL.. FOCUS FILMES IRÁ LANÇAR OS DVDS DO JASPION NO BRASIL!




AGORA PODE PULAR DE ALEGRIA! É OFICIAL! OS DVDS DO FANTÁTISCO JASPION SERÃO LANÇADOS NO BRASIL ENTRE MARÇO OU ABRIL DE 2009! E A FOCUS JÁ PROMETEU TRATAMENTO ESPECIAL PARA O LANÇAMENTO DOS DVDS!MAS, NÃO PODEMOS DIZER O QUE É! MAS OS FÃS DE TOKUS VÃO GOSTAR MUITO!E SE FIZER SUCESSO A VENDA.. E VAI FAZER.. A EMPRESA PRETENDE LANÇAR OUTROS TOKUSATSUS CLÁSSICOS........COMO, CHANGEMAN, FLASHMAN, ETC...AGORA, PODEM PULAR DE FELICIDADE..O SONHO É REAL MESMO! UIIIIIIIIIIPIIIIIIIIII!

CONFIRMADO PELA PRÓPIA TOEI... NOVO KAMEN RIDER TERÁ A PRESENÇA DOS 9 RIDERS ANTERIORES!











COMO JÁ HAVÍAMOS FALADO... O NOVO KAMEN RIDER CHAMADO DE DECADE VAI TER COMO BELAS PARTICIPAÇÕES, OS 9 RIDERS ANTERIORES! NOSSA! VAI SER MUITO BOM! A PREVISÃO DA NOVA SÉRIE PARA O FINAL DE JANEIRO DE 2009!

domingo, 23 de novembro de 2008

TOKUSATSU GANHANDO DESTAQUE NOS CINEMAS!







Daikessen! Cho Ultra 8 Kyodai encerrou sua primeira semana nos cinemas como a quarta maior bilheteria, repetindo o feito do rider vampiro quando da estréia de Kamen Rider Kiva: Makaijo no Ou. Porém, a grande façanha do ano até agora ficou por conta da dobradinha Den-O /Kiva em Climax Deka, que desbancou em sua estréia a criatura de Cloverfield do topo da parada, ficando na primeira colocação. Resta saber se os Ultrabrothers conseguirão romper a barreira de 4 semanas na lista das 10 maiores arrecadações, já que nenhum de seus amigos riders conseguiu ir além disso até o momento.

Mas tokusatsu no cinema não pára por aí, em outubro ainda teremos o que deverá ser a despedida definitiva de Den-O com seu terceiro filme "Farewell Kamen Rider Den-O: Final Countdown",a estreiar no próximo dia 4 e ainda o tão aguardado longa de Tomica Hero Rescue Force "Tomica Hero RESCUE FORCE Bakuretsu Movie: RESCUE OF THE MACH TRAIN", marcado para 20 de dezembro e previsto desde que iniciou a série.

TOKUSATSU PODE SER UM PROGRAMA EDUCATIVO?







A programação televisiva que é ofertada as crianças atualmente, tanto na TV aberta quanto na TV por assinatura, está remetendo vários setores da sociedade a uma discussão séria, em relação ao conteúdo dos programas que o público infantil está acompanhando. Pais, Escola e principalmente os profissionais mais céticos da área de educação, a qual eu mesmo me incluo, criticam ferozmente os desenhos animados e os programas de caráter infanto-juvenil exibidos nos canais da televisão por assinatura e da televisão estatal aberta.
Nesse quadro de extrema intolerância em relação à programação oferecida pela TV ao público infantil, as séries de Tokusatsu sofrem um preconceito ainda mais relevante.
Extremamente mal representadas atualmente na TV nacional, as séries de Tokusatsu se resumem basicamente as exibições de Power Rangers, na TV aberta (TV Globo) e na TV por assinatura, através do canal Jetix, antiga Fox Kids. As diferenças gigantescas entre nossos queridos Tokusatsu´s dos anos 80 e Power Rangers fazem com que os setores mais tradicionais da nossa sociedade, especialmente pais e escola, aumentem ainda mais sua antipatia por esse gênero televisivo, que vale lembrar, já não é bem visto desde os tempos da saudosa rede Manchete.
As críticas destinadas a Power Rangers são muitas, mas de um modo geral, todas terminam concordando em um ponto: eles não são “educativos”. Esse tipo de afirmação é comum entre os profissionais da área de educação (professores e pedagogos), e eu mesmo já ouvi amigos de profissão que acreditam estar fazendo uma “boa ação” as crianças, privando-as desse tipo de programação em sala de aula, mesmo nos momentos de lazer escolar, onde a exibição de vídeos é perfeitamente possível, desde que “contribuam” para a formação moral infantil, isto é, sejam “educativos”.
Por motivos pessoais diferenciados de professores e pedagogos, os pais também criticam Power Rangers, mas diferentemente da escola, que exclui totalmente esse tipo de programação de sala, os pais não proíbem os filhos de assistirem Power rangers em casa, apesar de abertamente não aprovarem o conteúdo da série.
Todavia, um fenômeno curioso acontece com relação aos críticos de Power Rangers. Pais e professores, em muitos casos lembram-se perfeitamente de séries como Jaspion, Changeman e Black Kamen Rider, ícones da TV Manchete dos anos 80, e traçam um paralelo entre essas séries e os Power Rangers atuais. Como afirmei anteriormente, o gênero de Tokusatsu já sofria preconceitos nos anos áureos de exibição da nossa TV aberta, e os mesmos conceitos que eram associados a Jaspion e Changeman são hoje associados a Power Rangers.
Os pais tendem a oferecer aos filhos aquilo que eles mesmos (pais) acham “educativo”; a escola seleciona para seu ambiente, aquilo que ela mesma (escola) considera “proveitoso” ofertar em sua grade curricular aos alunos. Esse é o ponto de vista mais comum, nos dois pilares na vida da criança. Apesar de todas as críticas levantadas, e por mais que essas críticas sejam justificadas, em relação a Power Rangers (não estou defendendo Power Rangers!), uma pergunta ainda fica em questão: se todos nós, tokufãns com 20 ou mais anos de idade, acompanhamos o auge do Tokusatsu na TV aberta e assistimos constantemente esse tipo de programação em nossa infância, então...Há algo de educativo, nas séries de Tokusatsu?Quero acreditar que sim. Essa é a pergunta-mãe, que orienta todo o projeto de mestrado em que estou trabalhando atualmente.



A investigação a que me proponho, tem o objetivo de localizar, os fatores educativos não apenas de Tokusatsu, que é o foco principal dessa matéria, mas também de desenhos animados de ação e aventura americanos (cartoons) e orientais (animes), acompanhados pelas crianças atualmente. Todavia, devemos voltar ao foco dessa discussão, que é exclusivamente a análise de possíveis fatores educativos nas séries de Tokusatsu. Então...Se Tokusatsu pode conter fatores realmente educativos...que fatores são esses? E se esses fatores existem, por que Tokusatsu é proibido no ambiente escolar, tão veementemente? As perguntas que envolvem Tokusatsu são muitas e devem ser respondidas com cuidado, e sem pretensões urgentes.



Inicialmente, acredito que as séries de Tokusatsu (até mesmo Power Rangers, mesmo sendo americanizada) são educativas principalmente do ponto de vista ético e moral. Logicamente, Power Rangers, não trabalha conceitos morais como ética, dignidade, coragem e confiança como nossas séries dos anos 80 trabalhavam, tão abertamente. Sendo apenas versões americanas dos Sentais japoneses, Power Rangers não consegue absorver completamente o caráter oriental de respeito aos atributos morais, e termina por distorcer valores como amizade e companheirismo através dos hábitos e costumes americanos.



Quantas e quantas vezes, nos emocionamos com as cenas dramáticas de batalhas épicas em Jiraya, Black Kamen Rider ou Flashman, em que nossos heróis deviam atingir seus próprios limites físicos sem abandonar suas crenças morais? É disso que estou falando, quando acredito que Tokusatsu pode ser trabalhado de uma maneira educativa e proveitosa em sala de aula, e não apenas lúdica. A justificativa de que as séries de Tokusatsu levam as crianças a comportamentos violentos, e que “esse tipo de série” em nada contribui para a formação moral das crianças, é vazia e sem referencial algum; trata-se de uma cautela hipócrita. Que me perdoem os pais, por mais “cuidadosos” que pretendam ser na educação dos seus filhos; e que me perdoem uma grande parcela dos professores (classe a qual pertenço) que procuram chamar atenção e enriquecer seus currículos através de críticas modistas em relação à programação midiática que é ofertada pela TV, nesse caso, Tokusatsu.



A moda da vez é analisar e criticar o que é ou não educativo na programação infantil; assim, muitos estereótipos são criados, principalmente em relação a Disney, classificando todas as produções dessa empresa como “ideais” para as crianças. Vale lembrar que a Disney coincidentemente é a atual produtora de Power Rangers, tão criticado por pais e escola... Nos últimos meses, essas foram às declarações mais comuns que encontrei, apresentando esse projeto de pesquisa no curso de Pedagogia ao qual sou graduado na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará.



As séries de Tokusatsu podem ser trabalhadas tendo como suporte os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN´s). Uma exibição de Power Rangers (acreditem...!) pode ser perfeitamente possível em sala de aula, se trabalhada de uma maneira não apenas lúdica, mas instrutiva, através de debates, por exemplo.



Os pilares de um debate desse tipo seriam principalmente o caráter dos personagens, e sua personalidade moral; tudo isso poderia ser trabalhado em sala através de uma dinâmica socializadora em grupo, na forma de uma conversa aberta onde o professor seria apenas o orientador das discussões, sempre instigando os alunos à discussão.



Não encaro Power Rangers como Tokusatsu propriamente dito, mas isso não me dá o direito de excluí-lo das vantagens que pode oferecer em sala de aula, assim como qualquer outra série do gênero. Provavelmente, as críticas destinadas às séries de Tokusatsu, por pais e escola irão prosseguir; mas essas críticas não possuem o poder de excluir previamente sem uma discussão aberta, as séries Tokusatsu do ambiente escolar. O conceito do que é ou não educativo é amplo e variável, independente do ponto de vista de cada um, mas a análise de algo antes de lhe atribuir uma sentença negativa é imprescindível.



Assim devemos analisar, antes de julgar uma programação televisiva como Tokusatsu educativa ou não; deve procurar mergulhar na essência de que é formado o programa, observando com atenção quais os fatores que estão guardados nas entrelinhas de 20 minutos de exibição que escapam aos olhos, mas que podem ser aproveitados, para fins educativos. Esse deveria ser o papel de pais, professores e da própria escola.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

NO JAPÃO TEM TAMBÉM TOKUSATSU AMADOR!
















Atualmente, existem muitas produções independentes de filmes de tokusatsu no Japão, mas isso não é novidade. Desde os anos 80, muitos jovens cineastas ou simples estudantes se organizavam para fazer filmes caseiros de tokusatsu, desde paródias de seriados já existentes até criações originais.
O primeiro projeto nesse sentido a ter repercussão foi Mighty Lady, criado em 1983 por um pequeno grupo de estudantes do colegial que fazia paródias de Ultraman e de seriados de Super Sentai. Com a idéia de fazer uma versão feminina do Ultraman, o grupo investiu tudo o que tinha para fazer um filme-piloto. A fantasia foi feita tendo como material uma roupa de mergulho (na verdade, a roupa do primeiro Ultraman foi feita seguindo o mesmo processo). A irmã de um dos membros foi chamada para vestir a fantasia e fazer as cenas de ação e foram usadas pequenas cargas explosivas para os efeitos especiais. Com isso, o grupo chegou a ganhar o primeiro prêmio em um festival de cinema amador promovido pela revista Young Jump.
Com esse sucesso, o grupo decidiu investir mais pesado e vender a idéia para alguma grande empresa. Mas era necessário melhorar o visual da Mighty Lady, que mais parecia uma cópia malfeita do Ultraman. Para isso, eles pediram ao designer profissional Yutaka Izubuchi (que já trabalhou em Changeman, Flashman, Patlabor e Gundam Wing) que redesenhasse a personagem. Izubuchi atendeu de bom grado ao pedido e o resultado foi um visual bem mais feminino, lembrando uma fada. Eles então fizeram uma nova fantasia e começaram as filmagens.
Ao invés da roupa de látex, o grupo optou por usar um collant de ginástica modificado para fazer a fantasia. A máscara, feita de FRP (poliéster reforçado com fibra de vidro), ficou semelhante ao de uma boneca, com pálpebras móveis que abriam e fechavam e cabelos que realçavam as formas femininas da personagem. Também foi adicionada uma capa que, quando aberta, lembrava asas de fada e seria usada para as cenas de vôo (que acabaram não sendo feitas). As maquetes usadas nas cenas de batalha também ficaram bem feitas, apesar das limitações do orçamento. No entanto, nenhuma empresa mostrou interesse no projeto. Mesmo assim, o grupo não desistiu e organizou um evento que tinha como objetivo reunir um público de mais de mil pessoas e promover o filme. Nisso, um produtor do estúdio Daiei (produtora de Gamera e Daimajin) decidiu investir na idéia e comprou os direitos e o novo filme-piloto.
Originalmente, Mighty Lady seria um filme de ficção científica ambientado no futuro, mas a Daiei fez alterações no enredo para que se tornasse uma comédia romântica passada no presente. O resu ltado foi bastante irregular, mas foi o suficiente para incentivar muitos produtores amadores a fazerem seus filmes. Recentemente, foram feitas três versões remake do filme. Aparentemente, cada um deles é o primeiro capítulo de sua respectiva série Mighty Lady, seguindo conceitos diferentes. O primeiro deles, intitulado Mighty Lady New Episode, segue o conceito do vídeo da Daiei, na qual um colegial fanático por fenômenos sobrenaturais, Takuto (interpretado por Tadafumi Kurokawa, da dupla cômica Unbalance) encontra uma jovem alienígena ao investigar uma nave espacial caída. Ela é acolhida por Takuto e se apaixona pelo jovem nerd. Adotando o nome de Mai Murasaki (Kasumi Nakamura) ela tem uma vida tranqüila, mas uma criminosa intergalática, Hera, invade a Terra, junto com o monstro Agora. Para enfrentar essa ameaça, Mai, através do poder do amor de Takuto, se transforma na heroína gigante de 16 metros Mighty Lady. O filme tem participação especial de Jun Takatsuki, o ator principal de Ultraman Neos (2000), como um cientista alienígena. O segundo, Mighty Lady Virginal, é ambientado no futuro, quando a Terra está sob ataque dos Virus, uma espécie alienígena que absorve outros seres vivos, transformando-os em monstros. Para deter esta ameaça é criada uma força especial chamada Mighty Ladies, na qual foram selecionadas jovens dotadas do poder de se transformarem na guerreira gigante. No entanto, só uma delas, Haruka Miura (Haruka Satomi) tem controle total da transformação. Até que todas consigam dominar seus poderes, se torna necessário usar um robô gigante, a Mighty Lady Grandam. Esse filme conta com a participação especial da dubladora Tomo Sakurai, como a capitão do esquadrão. O terceiro filme, Mighty Lady Lepardio segue uma linha mais mística. Nele, duas colegiais planejam ressucitar um poderoso dragão que foi selado no Japão nos tempos da Antigüidade e dominar o país. A única pessoa que pode selar o dragão novamente é Hazuki Nekogami (Hisae Ukita), uma jovem que se transforma em Mighty Lady invocando o espírito do gato.
Esses filmes estão disponíveis em DVD desde 29 de junho ao preço de 6800 ienes (aproximadamente 50 dólares) somente pela internet e na loja japonesa C's Company. Cada disco contém um episódio de 35 minutos e mais 20 minutos de imagens extras de making of. Mighty Lady extrapolou os limites de um filme amador, ganhou toques profissionais, conquistou fãs e abriu caminho para muitas outras produções do gênero.